Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e medidas restrição de bens na casa de dois representantes da empresa em São Paulo, pela operação chamada de “Equidna” (mamífero similar ao porco-espinho, mas que bota ovos e tem hábitos noturnos).

A entidade foi contratada para gerir o atendimento em saúde de 2014 a 2019, mas a investigação apontou que a OS praticava a “quarteirização” do serviço terceirizado, porque não tinha recursos humanos ou materiais para executar o contrato como previsto.

De acordo com a PF, os contratos para realização de serviços eram feitos com empresas que pertencem aos dirigentes da organização ou sem a atuação específica exigida.

Ainda de acordo com a Polícia Federal, a mesma OS é investigada na operação Nácar, que resultou na prisão do prefeito de Guarujá, no litoral sul paulista, em setembro.

O que diz a prefeitura

Em nota, a Prefeitura de Piquete informou que “até o momento, essa nova administração não teve ciência dos méritos ou dos andamentos processuais referentes”.